<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xml:lang="pt">  <link rel="self" type="application/atom+xml" href="https://www.flightsimulatorportugal.com/atomfna.php?newsid=1196" />  <title></title>  <subtitle></subtitle>
  <updated>2008-10-14T18:08:08+01:00</updated>    <author>      <name></name>    </author>  <id>https://www.flightsimulatorportugal.com/atomfna.php?newsid=1196</id><entry>    <author>      <name>fap22</name>    </author>    <updated>2008-10-14T18:08:08+01:00</updated>    <published>2008-10-14T18:08:08+01:00</published>    <id>https://www.flightsimulatorportugal.com/forumnews-noticia1196-aeroporto-de-beja-devera-comecar-a-funcionar-em-marco-de-09.html</id>    <link href="https://www.flightsimulatorportugal.com/forumnews-noticia1196-aeroporto-de-beja-devera-comecar-a-funcionar-em-marco-de-09.html" />    <title type="html">Aeroporto de Beja deverá começar a funcionar em Março de 09</title>    <content type="html" xml:base="https://www.flightsimulatorportugal.com/forumnews-noticia1196-aeroporto-de-beja-devera-comecar-a-funcionar-em-marco-de-09.html">    O aeroporto de Beja deverá ficar concluído e começar a funcionar em Março de 2009, após um investimento de 33,1 milhões de euros, disse hoje à agência Lusa o presidente da empresa gestora da infra-estrutura aeroportuária alentejana.Se não houver atrasos, a segunda empreitada de construção deverá terminar em meados de Março de 2009 e até ao final daquele mês o aeroporto poderá estar disponível para começar a funcionar, precisou o presidente da Empresa de Desenvolvimento do Aeroporto de Beja (EDAB), José Queirós.Orçada em pouco mais de 9,5 milhões de euros, a segunda empreitada, que arrancou no início de Setembro, 10 meses após o inicialmente previsto devido a um impasse no concurso público, inclui a construção dos terminais (um de passageiros e outro de carga) e dos edifícios (de serviços, bombeiros, material de placa, portaria e inactivação de explosivos).A primeira empreitada, que arrancou em Abril de 2007, também sofreu atrasos e terminou em Julho deste ano, três meses após o previsto, permitiu construir a placa de estacionamento, as áreas operacionais e as estradas de ligação às pistas da Base Aérea n/o 11 (BA11), num investimento de 10 milhões de euros.O aeroporto, que vai ficar a cinco minutos da cidade de Beja e resulta do aproveitamento civil da BA11, tem uma estratégia direccionada, numa primeira fase, para a captação de voos europeus de turismo.As companhias aéreas de baixo custo (low-cost), que operem em mercados como os de Inglaterra, Irlanda, França ou Alemanha, entre outros países europeus, são o grande alvo, disse o presidente da EDAB.Em Março deste ano, José Queirós tinha adiantado à Lusa que a companhia aérea irlandesa Ryanair, uma das maiores da Europa no sector dos voos de baixo custo, poderá vir a operar a partir do aeroporto alentejano.Já existe um entendimento com a Ryanair e estão criadas condições para a companhia poder vir a operar a partir do aeroporto de Beja, reafirmou hoje José Queirós, acrescentando que a EDAB está também em conversações com outras companhias aéreas de baixo custo interessadas em operar a partir de Beja, como a britânica Jet2.Além dos passageiros, o transporte de carga e a distribuição de produtos destinados à Europa são outros dos objectivos da plataforma aeroportuária alentejana, assim como a aposta na indústria aeronáutica como motor de desenvolvimento da região.Neste sentido, tal como tinha adiantado à Lusa em Maio deste ano, José Queirós, escusando-se hoje a avançar mais pormenores, limitou-se a reafirmar que a multinacional aeronáutica AgustaWestland, fabricante dos helicópteros EH-101 Merlin da Força Aérea Portuguesa (FAP), está interessada em instalar um centro de manutenção no aeroporto de Beja.Há ainda uma empresa portuguesa, de manutenção de aviões e ligada a outros sectores da indústria aeronáutica, interessada em instalar-se no aeroporto, disse José Queirós, escudando-se também a avançar mais pormenores.Segundo José Queirós, há também várias empresas interessadas em instalar negócios no aeroporto de Beja, nomeadamente um hotel, uma estação de aluguer de automóveis (rent-a-car), lojas, cafés e restaurantes, além de um consórcio e de uma empresa locais que querem instalar interpostos de mercadorias de frio e de carga geral.Questionado pela Lusa sobre a concessão do aeroporto de Beja, José Queirós limitou-se a dizer que é uma decisão que compete ao accionista maioritário da EDAB, o Estado e que logicamente terá que ser tomada até à entrada em funcionamento do aeroporto.Quanto a infra-estruturas próprias, disse o responsável, a EDAB vai adjudicar nos próximos dias a empreitada de construção da estação de tratamento de águas residuais, orçada em 850 mil euros.José Queiroz referiu ainda que está concluído o fundamental das negociações entre a EDAB e a FAP para a elaboração final dos regulamentos técnicos e económicos que irão definir a actividade operacional do aeroporto de Beja através do uso das pistas da BA11.A competitividade e os custos operacionais do aeroporto de Beja, que vão ser decisivos para atrair companhias, vão depender do regulamento económico, que vai determinar as taxas que a EDAB terá que pagar à FAP pelo uso das pistas da BA11, explicou.A construção do aeroporto é financiada por fundos comunitários e pelo Orçamento de Estado, através de verbas provenientes do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) e contempladas no Programa de Investimento e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central de 2006 (15,9 milhões de euros), 2007 (15,1 milhões) e 2008 (2,1 milhões).Lusa    </content>  </entry></feed>
