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  <updated>2008-11-03T16:41:10+00:00</updated>    <author>      <name></name>    </author>  <id>https://www.flightsimulatorportugal.com/atomfna.php?newsid=1292</id><entry>    <author>      <name>fap22</name>    </author>    <updated>2008-11-03T16:41:10+00:00</updated>    <published>2008-11-03T16:41:10+00:00</published>    <id>https://www.flightsimulatorportugal.com/forumnews-noticia1292-desinsectizacao-ja-comecou-na-madeira.html</id>    <link href="https://www.flightsimulatorportugal.com/forumnews-noticia1292-desinsectizacao-ja-comecou-na-madeira.html" />    <title type="html">Desinsectização já começou na MADEIRA</title>    <content type="html" xml:base="https://www.flightsimulatorportugal.com/forumnews-noticia1292-desinsectizacao-ja-comecou-na-madeira.html">    O Instituto Nacional de Aviação Civil fez chegar, na sexta-feira, às últimas horas do dia, a resposta às dúvidas colocadas pela Administração Aeroportuária da Madeira, acerca da desinsectização das aeronaves, como forma de prevenção do risco de exportação de Aedes aegipty.Duarte Ferreira, presidente da comissão directiva dos Aeroportos da Madeira, sublinhou que logo que recebeu os esclarecimentos por ele solicitados ao INAC, enviou-os, junto com os despachos da Direcção Geral de Saúde, para as diferentes operadoras de handling que trabalham junto das companhias.O nosso interlocutor lembra que a medida se destina apenas aos voos que saem da Madeira e apenas nos casos das companhias que operam entre a Região e aeroporto nacionais, ou seja a TAP, a SATA, a easyJet e a Portway (esta última responsável pelo avião cargueiro). E ainda dos voos que partam de zonas endémicas (como é o caso do Brasil, entre outros) e onde ocorram fenómenos de dengue. O mesmo se aplica aos navios.No mesmo dia, a TAP, segundo um porta-voz da companhia, começou a aplicar as medidas já na sexta-feira. A EASAEasyJet começa hoje a fazer a desinsectização e a Portway amanhã. Quanto à Sata, não nos foi possível apurar se estava já a executar a operação ou quando irá iniciar a mesma.Em despacho publicado na sexta-feira, a Direcção Geral de Saúde realça que, como forma de «prevenção do risco de exportação de Aedes aegypti a partir da Madeira, é obrigatória a desinsectização das aeronaves à saída da RAM para o território português».Essa acção far-se-á «utilizando produtos com d-fenotrina (d-phenothrin) em spray, usado na concentração de 0,3% e na proporção de 100 mililitros de produto por 250 metros cúbicos de área a tratar». «No cockpit, e na cabine, após o encerramento das portas, ao longo de todas as coxias, na direcção do tecto e do chão; no porão, imediatamente antes do seu encerramento, em todas as direcções»  salienta a notaAo nível dos navios, a DGS advoga a «adopção de medidas que impeçam a acumulação de pequenas quantidades de água doce (p.ex. bidões, latas e garrafas, pratos de vasos de plantas, poças de água, baldes, etc.) com o objectivo de eliminar os criadouros de larvas a bordo dos navios». A implementação destas medidas será assegurada através do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos;A definição de uma estratégia de avaliação do cumprimento das medidas preconizadas será definida na Região Autónoma da Madeira, entre as autoridades de saúde e as autoridades portuárias.As autoridades de saúde dos portos no território nacional podem, caso entendam necessário, e de acordo com o previsto no Regulamento Sanitário Internacional, determinar medidas de vigilância e controlo à chegada dos navios provenientes de regiões endémicas.Medidas adequadasA Direcção-Geral da Saúde considera, na sua portaria, que as actuações para controlo da população de Aedes aegipty até agora desenvolvidas na Região Autónoma da Madeira são as adequadas à situação actual.A Direcção-Geral da Saúde advoga que as medidas, anteriormente divulgadas, de educação ao público referentes a precauções individuais para prevenção da picada, e a viagens para zonas endémicas são as adequadas à situação actual.A Direcção-Geral da Saúde considera ainda que as recomendações/protocolo emanados pela Região Autónoma da Madeira para actuação perante casos prováveis, provenientes de zonas endémicas são as mais correctas e adequadas para a Região.As medidas adicionais agora propostas de actuação a nível de aeronaves e navios à saída da RAM, inserem-se num objectivo mais global de evitar a exportação do vector. As medidas propostas para todo o território nacional inserem-se no objectivo global de evitar a introdução de vectores infectados provenientes de regiões endémicas, tendo em vista a não ocorrência de casos de doença no nosso país. Fonte: jornal da madeira    </content>  </entry></feed>
