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  <updated>2008-01-22T20:25:23+00:00</updated>    <author>      <name></name>    </author>  <id>https://www.flightsimulatorportugal.com/atomfna.php?newsid=348</id><entry>    <author>      <name>GnGs</name>    </author>    <updated>2008-01-22T20:25:23+00:00</updated>    <published>2008-01-22T20:25:23+00:00</published>    <id>https://www.flightsimulatorportugal.com/forumnews-noticia348-tap-pessimista-para-2008.html</id>    <link href="https://www.flightsimulatorportugal.com/forumnews-noticia348-tap-pessimista-para-2008.html" />    <title type="html">TAP pessimista para 2008</title>    <content type="html" xml:base="https://www.flightsimulatorportugal.com/forumnews-noticia348-tap-pessimista-para-2008.html">    http://dn.sapo.pt/2008/01/22/995247.jpgFernando Pinto, presidente da TAP, mantém a esperança de alcançar resultados positivos no exercício de 2007. Em entrevista ao Jornal da TAP, o gestor refere que não está confortável e confiante para 2008. O preço do petróleo muito alto e os sinais de quebra da economia mundial são apontados como as principais preocupações de Fernando Pinto para o desempenho da companhia este ano.As contas de 2007, que ainda não estão encerradas, podem ter sido influenciadas negativamente por uma perda inesperada em Outubro, a que se juntou o preço do petróleo, que esteve sempre acima dos 90 dólares entre Novembro e Dezembro. Fernando Pinto confessa que pelos seus cálculos isso dá prejuízo. Contudo, refere que se verificou-se uma melhoria em alguns indicadores, como o movimento de passageiros, a pontualidade, a operação e a oferta. O que tudo somado dá um bom crescimento. As contas finais deverão ser tornadas públicas durante o mês de Março. A TAP enfrenta três desafios: o primeiro é chegar aos lucros, ultrapassar o break-even; o segundo alcançar 14 milhões de resultados líquidos orçamentados e o terceiro atingir a meta fixada pelo Governo (34 milhões de euros). As últimas declarações de Fernando Pinto, apontam para resultados em consonância com o orçamentado, 14 milhões. A escalada do preço do petróleo e o atraso da integração da PGA nas operações da TAP, foram dois factores que penalizaram fortemente a performance da companhia aérea no ano passado. O preço do combustível representou 28% dos custos operacionais em 2007. Para 2008, um dos maiores desafios da TAP é a substituição dos aviões Airbus A-310 pelos A-330 (com maior capacidade).    </content>  </entry></feed>
