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  <updated>2008-02-03T12:13:07+00:00</updated>    <author>      <name></name>    </author>  <id>https://www.flightsimulatorportugal.com/atomfna.php?newsid=448</id><entry>    <author>      <name>fap22</name>    </author>    <updated>2008-02-03T12:13:07+00:00</updated>    <published>2008-02-03T12:13:07+00:00</published>    <id>https://www.flightsimulatorportugal.com/forumnews-noticia448-airbus-testa-combustivel-mais-amigo-do-ambiente.html</id>    <link href="https://www.flightsimulatorportugal.com/forumnews-noticia448-airbus-testa-combustivel-mais-amigo-do-ambiente.html" />    <title type="html">Airbus testa combustível mais amigo do ambiente</title>    <content type="html" xml:base="https://www.flightsimulatorportugal.com/forumnews-noticia448-airbus-testa-combustivel-mais-amigo-do-ambiente.html">    Produtos alternativos vão dominar os céus O construtor aeronáutico europeu Airbus testou na sexta-feira, num voo sem passageiros que durou três horas, um novo combustível para jacto mais eficiente e limpo do que o tradicional querosene de aviação. O duplo objectivo desta tecnologia é reduzir as emissões de dióxido de carbono e desenvolver uma fonte mais barata de energia.O teste foi efectuado num superjumbo A380 e faz parte de uma autêntica corrida no sector pela concepção de combustíveis seguros e amigos do ambiente. A prazo, serão desenvolvidos produtos menos poluentes, mas este novo combustível já estará no mercado a curto prazo. O primeiro teste do Airbus A380 foi um passo importante no desenvolvimento da fase inicial de projectos que prometem revolucionar a aviação comercial. Durante o voo do aparelho, foi desligado um dos motores. Enquanto três motores continuavam a operar com o combustível normal, o quarto passou a usar uma mistura que incluía combustível sintético líquido, processado a partir de gás (gas to liquids, em inglês, ou GTL).O GTL quase não tem enxofre, em comparação aos produtos tradicionais para aviação, mas também emite menor teor de partículas ou de monóxido de carbono. A Airbus prevê que em 2025 um quarto do total do combustível usado na aviação venha de fontes alternativas. Responsáveis da Airbus disseram que o teste correu como o previsto. Além do fabricante de aviões, este projecto envolve a Rolls Royce, que produz os motores do A380; a petrolífera Shell e a companhia de aviação do Qatar, país que possui 15% das reservas mundiais de gás natural e que está a construir uma refinaria para produzir o novo combustível O objectivo destes consórcios é desenvolver biocombustíveis mais eficientes ao nível energético. Para isso, será preciso esperar por uma segunda geração de biocombustíveis não extraídos a partir de produções com valor alimentar.Ao causarem perturbações nos preços das colheitas, os biocombustíveis revelaram importantes limitações económicas. No entanto, estão a surgir tecnologias que permitirão utilizar materiais orgânicos não comestíveis, como por exemplo algas. A petrolífera Shell, uma das empresas envolvidas, espera conceber estes produtos em quantidade, num prazo de 5 a 10 anos. Os combustíveis alternativos para a aviação também estão a ser desenvolvidos pela grande rival da Airbus, a Boeing. Um aparelho Boeing da Virgin Atlantic Airways (a companhia do milionário britânico Richard Branson) deverá efectuar em breve e sem passageiros um teste semelhante ao de sexta-feira    </content>  </entry></feed>
