<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xml:lang="pt">  <link rel="self" type="application/atom+xml" href="https://www.flightsimulatorportugal.com/atomfna.php?newsid=478" />  <title></title>  <subtitle></subtitle>
  <updated>2008-02-08T16:48:06+00:00</updated>    <author>      <name></name>    </author>  <id>https://www.flightsimulatorportugal.com/atomfna.php?newsid=478</id><entry>    <author>      <name>fap22</name>    </author>    <updated>2008-02-08T16:48:06+00:00</updated>    <published>2008-02-08T16:48:06+00:00</published>    <id>https://www.flightsimulatorportugal.com/forumnews-noticia478-acidente-do-aerodromo-volta-a-tribunal.html</id>    <link href="https://www.flightsimulatorportugal.com/forumnews-noticia478-acidente-do-aerodromo-volta-a-tribunal.html" />    <title type="html">Acidente do aeródromo volta a tribunal</title>    <content type="html" xml:base="https://www.flightsimulatorportugal.com/forumnews-noticia478-acidente-do-aerodromo-volta-a-tribunal.html">    pais do condutor do automóvel envolvido na colisão com avioneta pediram reabertura processoEstá marcado para a próximo dia 9 de Abril, no Tribunal de Espinho, a realização do debate instrutório relativo ao processo das mortes no aeródromo de Paramos. A reabertura do processo tem por objectivo determinar se existiu ou não nexo de causalidade entre as condições da pista do aeródromo de Paramos e a colisão de uma avioneta e um automóvel ocorrida em 26 de Junho de 2005. O processo decorrente do acidente, inicialmente arquivado pelo Ministério Público e reaberto pelos pais do condutor do automóvel, Geoffrey Fernandes, tem como arguidos o presidente da Câmara de Espinho, José Mota, o vereador Manuel Rocha, que na altura do acidente era responsável pelo pelouro dos Transportes e Comunicações, o presidente do Aeroclube da Costa Verde, concessionário do aeródromo, Jorge Pinhal, e Luís Filipe Coimbra, actualmente administrador do INAC  Instituto Nacional de Aviação Civil.Segundo dados avançados pelo Jornal de Notícias da passada sexta-feira, o debate instrutório estava previsto para a passada quinta-feira, 31 de Janeiro, mas foi adiado porque falta inquirir, a pedido dos assistentes, o comandante Francisco Martins, que, em 1998, terá feito um relatório acerca das condições da pista. Segundo a advogada de defesa, o comandante Francisco Martins terá nesse mesmo ano recusado fazer um curso de pilotagem no aeródromo de Paramos por considerar que a pista não dispunha de condições de segurança suficientes.Recorde-se que o processo foi reaberto pela família de Geoffrey Fernandes, que argumentou que o caso denota indícios de crime por violação de cautelas e condições no local ou até mesmo de homicídio por negligência por conduta omissiva.Segundo declarações prestadas ao JN, a família de uma das vítimas teme que o processo não tenha resolução devido à visibilidade pública dos nomes envolvidos no processo.    </content>  </entry></feed>
