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A American Airlines, maior companhia aérea dos Estados Unidos, informou aos seus empregados que irá cortar aproximadamente 7.000 postos de trabalho, ou cerca de 8% do quadro de funcionários, até o final deste ano. A medida foi tomada em decorrência da alta nos preços dos combustíveis.
Segundo a empresa, os cortes são necessários para que os desafios no curto prazo sejam superados, garantindo o futuro da companhia. As demissões anunciadas pela American Airlines podem atingir aproximadamente 900 comissários de bordo, o que representaria 5% do quadro total dessa classe de funcionários na empresa.
A legislação dos Estados Unidos exige um aviso prévio de 60 dias para funcionários que serão atingidos por procedimentos de demissão em massa. A entidade sindical que representa os comissários de bordo do país declarou que foi informada acerca da decisão da American Airlines. O corte de funcio... Ver mais
Segundo o Instituto Nacional de Aviação Civil, Portugal tem dezenas de pistas de aterragem para aviões ultraleves em situação irregular e que nem são do conhecimento das autoridades, noticia a Lusa com base numa fonte do INAC.
Cabe ao regulador da aviação civil a aprovação para construção e exploração destas pistas desde o decreto-lei n 238 de 2004, mas o instituto só emitiu a regulamentação necessária dois anos depois. As lacunas na legislação permitiram que muitas pistas de ultraleves estejam sem qualquer certificação ou mesmo autorização das entidades competentes.
Desde o novo regulamento de 2006, o INAC deu um prazo de dois anos aos proprietários, mas até à data apenas um número reduzido de entidades solicitaram a aprovação de pistas. Segundo a mesma fonte, este facto põe em causa a segurança operacional dos utilizadores e a segurança dos cidadãos.
Penalizações para as pi... Ver mais
A Hawker Beechcraft Corporation, uma das principais fabricantes de aeronaves executivas do mundo, representada no Brasil com exclusividade pela Líder Aviação, acaba de lançar o mais avançado jato single pilot (pode ser pilotado por apenas uma pessoa) do mundo, o Premier II, segundo informou a companhia ontem em comunicado.
Segundo a Hawker Beechcarft, a aeronave, que comporta até seis passageiros, continua a oferecer a maior cabine do segmento. "O desempenho e a eficiência do Premier II fazem dele uma escolha natural para as empresas e pessoas que buscam conforto e rapidez", avalia a empresa.
A Hawker informa que as características do Premier II já conquistaram dezenas de clientes, o que é comprovado pelo grande número de pessoas interessadas em adquiri-lo. Mesmo recém lançado, já existem mais de 70 pedidos de compras da aeronave em todo mundo.
Com turbinas FJ44-3AP da Williams Int... Ver mais
O fabricante de componentes de aviação OGMA espera gerar 400 novos empregos até 2013 e crescer entre 7,0 e 8,0 por cento ao ano, disse à Lusa o administrador executivo Ladislau Cid.
"O nosso plano é em cinco anos duplicar os proveitos para 220 milhões de euros", afirmou Ladislau Cid, referindo que as Oficinas Gerais de Material Aeronáutico (OGMA) devem conseguir gerar nesse período 400 novos empregos.
"A meta é de 7,0/8,0 por cento de resultado líquido por ano", acrescentou o mesmo responsável, avançando que o lucro da empresa deve crescer em 2008 entre os 4,0 e os 5,0 por cento.
As OGMA, que empregam actualmente à volta de mil pessoas, comemoram hoje 90 anos desde a sua criação, numa sessão de convívio com os seus trabalhadores e familiares.
"Vamos anunciar três importantes contratos nos próximos dias, ainda durante o mês de Julho", disse à Lusa Ladislau Cid, escusando-se a avanç... Ver mais
Se a TAP fosse um avião, o sinal de apertar o cinto já teria, com certeza, disparado. É possível que a transportadora estatal atinja o maior prejuízo de sempre este ano, se a alta do petróleo se mantiver.
E nem o crescimento das operações, em frota e em número de destinos, consegue dar-lhe alguma estabilidade de voo. No cockpit, Fernando Pinto mostra sinais de cansaço. Para aumentar a turbulência, a tripulação faz exigências que podem pôr em causa uma aterragem suave.
Ninguém está imune à escalada de preço do petróleo, que, convertido em combustível para aviação, vale, agora, 1250 dólares por tonelada (cerca de 125 dólares por barril). Valor que compara com os 250 dólares por tonelada no ano 2000, altura em que o gestor brasileiro assumiu a presidência da companhia de aviação portuguesa. É neste custo que reside o calcanhar de Aquiles da TAP. O facto de ter, inicialmente, calculado... Ver mais